domingo, 7 de junho de 2009

Em São Francisco Xavier

Bela foto de Cristóvão Tezza

quarta-feira, 27 de maio de 2009

II Festival da Mantiqueira!

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Anúncio dos Finalistas na Casa das Rosas



Vejam acima o anúncio, em matéria do programa Metrópolis da TV Cultura, dos finalistas do "Prêmio São Paulo de Literatura"

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Estado Vegetativo, finalista do Prêmio Sao Paulo de Literatura

Em solenidade realizada na última quinta-feira, 15/10, foi divulgada a lista com os dez finalistas do Prêmio São Paulo de Literatura, que destinará R$ 200 mil para o melhor romance publicado em 2007 e o mesmo valor para primeira obra de autor iniciante.

Estiveram presentes à solenidade, realizada na Casa das Rosas, o secretário de Estado da Cultura, João Sayad; o chefe de gabinete Sergio Tiezzi; o coordenador da Unidade de Fomento e Difusão de Produção Cultural (UFDPC), André Sturm; o diretor-executivo da Casa das Rosas, Frederico Barbosa; o escritor Marcelino Freire e representantes de editoras, entre outros.

O prêmio foi criado pela Secretaria de Estado da Cultura com a finalidade de incentivar a produção literária e a leitura no Brasil. Os dois vencedores serão conhecidos pelo público no dia 24 de novembro.

Lista de finalistas

Prêmio São Paulo de Melhor Livro do Ano de 2007:
1 – “Antonio”, de Beatriz Bracher (Editora 34)
2 – “A Copista de Kafka”, de Wilson Bueno (Editora Planeta)
3 – “O Filho Eterno”, de Cristóvão Tezza (Editora Record)
4 – “A Muralha de Adriano”, de Manalton Braff (Editora Bertrand Brasil)
5 – “O Sol se Põe em São Paulo”, de Bernardo Carvalho (Editora Companhia das Letras)

Prêmio São Paulo de Melhor Livro Autor Estreante do Ano de 2007:
1 – “Casa Entre Vértebras”, de Wesley Peres (Editora Record)
2 – “A Chave de Casa”, de Tatiana Salem Levy (Editora Record)
3 – “Desamores”, de Eduardo Baszczyn (Editora 7 Letras)
4 – “Estado Vegetativo”, de Tiago Novaes (Editora Callis)
5 – “Lugares que Não Conheço, Pessoas que Nunca Vi” (Editora Agir)

JURI INICIAL

1 - Ivana Arruda Leite

2 - Marcia Elisa Garcia de Grandi

3 - Marcia Tiburi

4 - Paula Fábrio

5 - Evandro Affonso Ferreira

6- Horácio Costa

7 - Michel Sleiman

8 - Cláudio Daniel

9 - Julio Pimentel Pinto Filho

10 - Marcelino Freire

CONSELHO CURADOR

1 – Virna Teixeira

2 – Marcos Kirst

3 – Marino Lobello

4 – Frederico Barbosa

5 – Antonio Vicente Pietroforte




Fonte: ASSESSORIA DE IMPRENSA SEC
Data: 15/10/2008

sábado, 24 de maio de 2008

Van Gogh em Pira


segunda-feira, 10 de março de 2008

Tertúlia: encontros da literatura


Para visualizar a programação, clique na imagem.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Tertúlia 2008: encontros da literatura

arte de Carla Tennenbaum

Confirmado! De março a junho de 2008, a Tertúlia será no SESC. A primeira edição foi em 2005, na Livraria da Vila. Agora, serão três unidades do SESC a sediar o grupo de encontros: Pinheiros, Santo André e São Caetano. Serão oito autores de peso, discutindo a obra de outros oito autores: Nélida Piñon, Lygia Fagundes Telles, Fabrício Carpinejar, Ana Miranda, Contardo Calligaris, André Sant'anna, Juliano Garcia Pessanha e Lourenço Mutarelli, falando sobre Franz Kafka, Juan Rulfo, Augusto dos Anjos, Luiz Alfredo Garcia Roza, Nelson Rodrigues, Machado de Assis, João Gilberto Noll e William Burroughs.
Ou, como dizíamos no cartaz da edição de 2005:
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“Este é um encontro de amigos da literatura. É um curso de literatura para quem não quer prestar um vestibular, ou estudar latim e gramática, ou conseguir um diploma. É para aqueles que acreditam no valor de formação do diálogo, e daqueles para os quais os livros são uma paixão – e, como toda paixão, inevitável.”
“Para estes, e para nós, recriamos a Tertúlia. Evitando certa pressa da imprensa, certo enclausuramento da academia, é a proposta de uma conversa íntima e densa com aqueles que fazem a literatura. Aqui, o foco é mais a obra do que o autor. Mais os signos, o hipnotismo da palavra, a fusão ou o conflito de diversas linguagens do que o processo de criação. Mais as astúcias enunciativas que a questão de se existe ou não um “gênero feminino” na escrita. Mais a carne do que a maquiagem.”
“É neste quadro que o autor de BaléRalé poderá falar sobre o triste carnaval de Manuel Bandeira. Que o grito essencial da periferia de Ferréz fará uníssono com o grito munchiano das imagens de Lourenço Mutarelli. Que a transgressão da subjetividade gregoriana de Noll dará passagem à de Clarice Lispector.”
“Está aí a diferença: o cânone do contemporâneo é sua inversão. Há espaço para a claustrofobia de Franz Kafka e para o absurdo de Albert Camus, mas há também para as mesas de bilhar de João Antônio, para a transmutação de Herberto Helder, o cinema na literatura em Marguerite Duras, as composições orientais de Marguerite Yourcenar, os boletins de ocorrência de Rubem Fonseca, e inclusive para o futuro na ficção científica do autor de Blade Runner e Minority Report, Philiph K. Dick.”“Tudo isso e só uma coisa: literatura, nas mãos, na voz e no peito de ninguém menos do que aqueles que a fazem. Um curso de literatura que não é menos do que o próprio curso da literatura.”